sábado, 23 de julho de 2011


“Cumprir todas as regras tornaria minha vida tão chata. Eu quero poder dizer que extrapolei. Então, tirem meus pés do chão. Me dêem qualquer coisa que faça eu me sentir viva.” Avril Lavigne 

Ela não se importava, ele também não. Ela corria, ele não ia atrás. Ele ia embora, e ela deixava. Eles tinham orgulho demais, tinham amor próprio demais… Na verdade, acho que só eram compatíveis em excesso. Nunca iriam dar certo. Mas então por que diabos insistiam tanto um no outro? Por que algo os prendia tanto? Por que não conseguiam só… Deixar tudo pra trás? Sabiam as respostas de todas as perguntas, sabiam de tudo. Mas admitir em voz alta pro mundo inteiro ouvir doía demais, e sabiam disso também. Fraga quando tu tem a solução dos teus problemas exatamente à tua frente? E quando tu, por algum motivo aparente, não é capaz de solucioná-los? Ainda que tudo à tua volta te influencie a isso? […] Esses eram os dois. Fogo e gelo, duas peças de quebra cabeça que se completavam. Mas isso nunca fora o suficiente… Até porque nem mesmo o amor fora. É, nem mesmo o amor. Para : Reyson 

Minha vida está tão sem cor, sem vida. Entende? É o mesmo que olhar para a cachoeira sem ouvir o som ou sentir a brisa da água bater em seu rosto, sem ao menos ver o transparente da água pois enxergas-te tudo sem encanto. O mesmo que andar pelas escadas sem saber se sobe ou desce e não sentir seus pés tocarem no chão. Como se eu pula-se de paraquedas e não sentisse a sensação, o vento ou então uma bolha de sabão aparentemente bela mas completamente vazia. Não sei se sorrio ou se choro, se esqueço ou se percebo os detalhes. Não sei se fujo ou se fico, se ignoro ou me entrego. É difícil, uma sensação particular que acho que nenhuma palavra explicaria

Duda Magalhães 
"Se me perguntar se tenho algum arrependimento vou negar. Se eu morrer amanhã, estarei feliz comigo mesma",